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Publicado em 16/03/2018 às 15h45
Pequenos gestos que ajudam a viver melhor
A Redação / Diário de Jacareí

A propósito das notícias de novo aumento das passagens de ônibus em andamento, sugerimos que também se discuta um item sempre esquecido, mas que influi diretamente no cálculo da planilha determinante do novo valor da tarifa: as isenções concedidas a usuários em situações especiais.

Por exemplo, antes, não pagava passagem quem tinha 65 anos ou mais. Depois, os municípios abaixaram o limite para 60 anos. Acidentados, requerendo, podem viajar de graça para tratamento, inclusive seus acompanhantes, dentre outras benesses.

Dia destes, um grupo viajava na metade dianteira de um coletivo, onde ficam os isentados, e ali um idoso gabava-se em alta voz de viajar o dia inteiro “pra lá e pra cá à toa” só porque não precisa pagar passagem. Talvez, ele precisa é ser informado de que o restante dos passageiros (que estava na outra metade do ônibus), paga parte da passagem dele, resultado calculado na dita planilha de custos.

Nada de errado quanto às isenções, mas a fala do idoso soou como deboche dos pagantes presentes, comentou o cobrador visivelmente incomodado com aquele falatório impróprio. Sim, direitos devem ser respeitados, principalmente por quem deles usufrui, para que não encontrem motivo para tirá-los ou passá-los a limpo.

Outro dia, o dono de uma lotérica foi alertado para abuso que idosos praticam do direito de terem fila especial para pagamento de contas. Quem frequenta o local sabe que é comum tais beneficiários “travarem a fila” com um ‘pacote’ de boletos para pagar, parte deles de terceiros que não têm o benefício. Uma flagrante “comercialização do próprio direito”. Certamente, muitos que fazem isso não pagam a passagem do ônibus para ir à lotérica, além do mais impedem eventuais pagantes de usarem ônibus até a região central onde elas ficam.

Fique claro que cuidamos aqui do interesse de quem paga passagem mais cara por causa desses abusos. Diminuição de passageiros, aumento do gasto operacional da empresa elevam o custo na planilha e alguém paga (e nem falamos daquele acidentado que, curado, não precisa mais do passe livre, porém não o devolve).  Fiscalização rigorosa é necessária. Mas, procedimento correto por parte de todos é indispensável.

É a nossa opinião.

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