Jacareí, 374 anos: a cidade que precisa pensar grande
É preciso visão de longo prazo. Pensar a cidade para as próximas décadas, e não apenas para o próximo mandato.
É preciso visão de longo prazo. Pensar a cidade para as próximas décadas, e não apenas para o próximo mandato.
Chama atenção o contraste entre o volume de informações já reunidas e a ausência de respostas objetivas à sociedade
O cenário evidencia um descompasso entre o desempenho da equipe e o engajamento da torcida.
Fiscalizar, portanto, não é perseguição ao comércio, como costumam alegar. É defesa do consumidor.
Estabelecimentos que insistirem em desrespeitar a lei precisam ser autuados, interditados e responsabilizados.
Idosos e cidadãos de menor familiaridade com tecnologia ainda enfrentam obstáculos no uso de celular e internet.
O Carnaval é festa, mas também é política pública de cultura, geração de renda e fortalecimento da identidade coletiva.
Realizar o Carnaval exige planejamento em segurança, mobilidade, limpeza urbana e saúde pública.
Não se trata de desmerecer deputados que não são da cidade. Muitos, inclusive, mantêm atuação regional importante.
A retomada do futebol profissional em Jacareí não é uma ruptura com o passado, mas uma adaptação ao futuro.
Trata-se de um passo estratégico, simbólico e necessário para recolocar Jacareí no mapa do futebol profissional paulista,
A reputação do Diário de Jacareí não foi construída pela busca obsessiva por audiência, mas pela confiança.
Ética não se negocia, e muito menos se intimida. O mandato é público, e a verdade também.
A Câmara Municipal afirma acompanhar o caso 'com rigor e seriedade'. É o mínimo esperado, diante dos indícios apresentados.
Espera-se que, caso os indícios se confirmem, a Comissão de Ética abra investigação minuciosa, à altura da gravidade da acusação.
A presidência da Câmara e as autoridades de controle do município têm a obrigação de agir com rapidez e rigor.
Se a COP30 quiser de fato honrar o legad da Paris Agreement, precisa sair dos planos e dos discursos para a execução — e rápido.
O Brasil viu mais uma vez sua juventude ser ceifada por atos brutais que, em vez de causarem comoção, parecem se dissolver na rotina.
O que se viu foi uma sucessão de justificativas, versões conflitantes e um silêncio ensurdecedor sobre medidas concretas.
O bom é aquele que, mesmo diante de estruturas muitas vezes burocráticas e recursos limitados, escolhe servir com ética, dedicação e empatia.