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Publicado em 10/02/2021 às 14h31
Cerca de 10 milhões de celulares podem ter sido infectados por leitor de QR Code
Milena Abreu / Agência Rádio2
Ilustração
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O QR Code é aquele quadradinho que, quando a gente aponta para o celular, nos direciona, por exemplo para uma página na internet

O uso de QR Code está em franco crescimento. Diversas pesquisas têm indicado o aumento do uso da tecnologia, por exemplo, para a realização de pagamentos.

O QR Code é aquele quadradinho que, quando a gente aponta para o celular, nos direciona, por exemplo para uma página na internet... Ou, em uma aplicação cada vez mais comum e atual, é a  evolução do código de barras — embora exista desde os anos de 1970 .

Como possibilita pagamentos sem que haja contato físico, com auxílio apenas de um smartphone,  seu uso cresceu bastante em meio à pandemia de coronavírus. E, como muitos celulares ainda não vem de fábrica com a capacidade de reconhecer QR Codes, a demanda por aplicativos que o façam cresceu.

A notícia triste vem agora: um aplicativo malicioso que se disfarçava de leitor de Qr Code pode ter infectado 10 milhões de celulares. Relatório de empresa especializada no setor de cibersegurança revelou que, a partir da última atualização, o aplicativo Barcod Scanner se tornou perigoso.

Diversos usuários delataram publicidades indesejadas e o programa foi, inclusive, retirado da Google Play Store, a loja oficial de aplicativos para celulares com o sistema Android.

Anúncios são comuns em aplicativos gratuitos. É a forma como desenvolvedores conseguem lucrar com o programa que desenvolveram. No entanto, existem regras para que sejam exibidas e, no caso do aplicativo em questão, o Barcod Scanner, os relatos indicam que as propagandas apareciam aleatoriamente na tela dos smartphones, em momentos em que o aplicativo nem estava em uso. Isso indica driblou o sistema de segurança dos desenvolvedores, tornando-se um malware, como são   conhecidos programas maliciosos que agem dessa maneira.

Além de incomodar o usuário, esse tipo de programa pode conseguir acessar dados do smartphone da vítima, como informações bancárias, fotos e mensagens privadas.

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