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Publicado em 22/04/2016 às 15h04
Lembranças de Tina


RODRIGO ROMERO

Um dos filmes mais badalados de 2015 e começo de 2016, para não dizer 'o' mais festejado, elogiado e consagrado, 'Mad Max: Estrada da Fúria' detém um rol de características que faz realmente jus ao teor da obra.

Em primeiro lugar, os efeitos especiais dão banho no quesito qualidade. Dirigido pelo experiente australiano George Miller (comandante dos antigos 'Mad Max' - 1979, 1981 e 85, além de clássicos como 'A Bruxa de Eastwick' - 87, 'Óleo de Lorenzo' - 1992, e 'Happy Feet' 1 e 2 - 2006 e 2011), o longa prende atenção do começo ao fim pela alta ação e cenas de aventura abundantes.

Quando se fala em 'Mad Max', pra qualquer pessoa que se pergunte, é sine qua non vir à memória as sequências da cantora Tina Turner. Ela surge somente na terceira parte da trama, de 1985, chamada 'Mad Max: Além da Cúpula do Trovão', onde interpreta vilã Aunty Entily. Com a famosa música ' We Don't Need Another Hero', Tina se projetou mais e deu fôlego à carreira. E no caso da fita de 2015, o protagonista Max é feito por Tom Hardy (vilão em 'O Regresso').

Ele é capturado por Immortan Joe. O guerreiro das estradas se vê no meio duma guerra mortal em busca de água. O conflito foi iniciado pela Imperatriz Furiosa (Charlize Theron) na tentativa de salvar um grupo de garotas. Max, que quer fugir também, aceita a ajuda de Furiosa em sua luta contra Joe, se vê dividido entre de novo seguir o caminho sozinho ou ficar com o grupo da personagem de Charlize.

A individualidade de Max é fruto de sua eterna desconfiança e má habilidade em lidar com pessoas. Para atravessar Wasteland, usam a máquina potente de guerra. Na batalha da estrada, salpicada pela perseguição dos veículos, esse é o road movie do século 21, por enquanto. Nada se assemelha ao que foi produzido ali.

No Oscar 2016, 'Mad Max: Estrada da Fúria', pode-se dizer, saiu como o grande vencedor: indicado a dez categorias, levou seis. Foram todas técnicas, claro (não seria de outro jeito), mas valeu a pena. Mixagem de som, figurino, maquiagem, edição, direção de arte e edição de som fizeram com que a obra ficasse eterna no panteão dos grandes trabalhos realizados. Não é meu gosto, reconheço. Tina manda lembranças.

 

 

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Rodrigo Romero é jornalista desde 2001. Passou por Diário de Jacareí, Diário de Mogi e assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Jacareí. Em 2008 foi para a TV Câmara Jacareí, onde até hoje atua como apresentador e repórter. Escreve há quase dez anos, semanalmente, a coluna 'Coisas de Cinema' no Diário de Jacareí.


E-mail do autor: rodrigoromeropl@ig.com.br
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