Visitantes são barradas com suspeitas durante visitas a presídios da região
Ocorrências foram registradas em Tremembé, São José dos Campos e Caraguatatuba no fim de semana
Três unidades prisionais do Vale do Paraíba registraram, no último fim de semana, ocorrências envolvendo familiares de detentos durante os procedimentos de segurança para entrada de visitantes. Os casos ocorreram em Tremembé, São José dos Campos e Caraguatatuba e foram identificados por meio de imagens consideradas suspeitas em escâneres corporais.
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No sábado (12), uma mulher que visitaria o companheiro, preso na Penitenciária 1 de Tremembé, apresentou alterações nas imagens captadas pelo equipamento. Ela negou portar qualquer objeto ilícito, mas recusou-se a ser encaminhada a uma unidade de saúde para exames complementares. Com isso, foi impedida de entrar no presídio.
A unidade informou que abriu expediente administrativo para solicitar a suspensão do nome da mulher do cadastro de visitantes da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).
No domingo (13), uma visitante do Centro de Detenção Provisória (CDP) de São José dos Campos também foi barrada após o escâner apontar irregularidades. Ela concordou inicialmente em ser encaminhada a um pronto atendimento para exames de raio X, mas, no local, recusou-se a passar pela avaliação médica e retirou voluntariamente da região íntima um invólucro contendo 104 gramas de maconha.
A mulher e a droga foram encaminhadas à Central de Flagrantes de São José dos Campos para registro da ocorrência e demais providências legais. O CDP também instaurou expediente administrativo para suspender a visitante do cadastro da SAP.
Em Caraguatatuba, duas mulheres que visitariam detentos do CDP "Dr. José Eduardo Mariz de Oliveira" apresentaram alterações nas imagens do escâner. Ambas aceitaram ser encaminhadas para exames. Uma foi liberada após avaliação médica e teve a visita autorizada. A outra recusou novo exame de raio X, alegando estar grávida. Como não realizou a avaliação necessária, teve o acesso à unidade negado e será alvo de procedimento administrativo.
Segurança durante as visitas
No sábado (12), uma mulher que visitaria o companheiro, preso na Penitenciária 1 de Tremembé, apresentou alterações nas imagens captadas pelo equipamento. Ela negou portar qualquer objeto ilícito, mas recusou-se a ser encaminhada a uma unidade de saúde para exames complementares. Com isso, foi impedida de entrar no presídio.
A unidade informou que abriu expediente administrativo para solicitar a suspensão do nome da mulher do cadastro de visitantes da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP).
No domingo (13), uma visitante do Centro de Detenção Provisória (CDP) de São José dos Campos também foi barrada após o escâner apontar irregularidades. Ela concordou inicialmente em ser encaminhada a um pronto atendimento para exames de raio X, mas, no local, recusou-se a passar pela avaliação médica e retirou voluntariamente da região íntima um invólucro contendo 104 gramas de maconha.
A mulher e a droga foram encaminhadas à Central de Flagrantes de São José dos Campos para registro da ocorrência e demais providências legais. O CDP também instaurou expediente administrativo para suspender a visitante do cadastro da SAP.
Em Caraguatatuba, duas mulheres que visitariam detentos do CDP "Dr. José Eduardo Mariz de Oliveira" apresentaram alterações nas imagens do escâner. Ambas aceitaram ser encaminhadas para exames. Uma foi liberada após avaliação médica e teve a visita autorizada. A outra recusou novo exame de raio X, alegando estar grávida. Como não realizou a avaliação necessária, teve o acesso à unidade negado e será alvo de procedimento administrativo.
Segurança durante as visitas
A inspeção por escâner corporal faz parte dos procedimentos de segurança adotados nos estabelecimentos penais para identificar possíveis objetos ou substâncias ocultados no corpo de visitantes.
Quando são identificadas alterações nas imagens, a pessoa pode ser orientada a realizar exames complementares em uma unidade de saúde. Nos casos relatados neste fim de semana, a entrada foi autorizada somente quando a suspeita foi descartada após avaliação médica.
Quando são identificadas alterações nas imagens, a pessoa pode ser orientada a realizar exames complementares em uma unidade de saúde. Nos casos relatados neste fim de semana, a entrada foi autorizada somente quando a suspeita foi descartada após avaliação médica.
Quando há confirmação de material ilícito, como ocorreu no CDP de São José dos Campos, a ocorrência é encaminhada às autoridades policiais para as providências previstas em lei. As unidades também podem instaurar procedimentos administrativos relacionados ao cadastro de visitantes.
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