Quinta, 02 Dezembro 2021

A hora de pensar no outro

EditorialEfeito Covid-19

A hora de pensar no outro

As pessoas interagem mais e ficam mais espertas quanto a golpes, informações ontroversas e prática distorcidas.  

Quando fomos obrigados a 'desaglomerar' nas ruas por causa da pandemia vimos o quanto precisamos da participação do semelhante em nossas vidas. Sobre o assunto, publicamos matéria nesta edição. Nas principais propostas das chapas que concorrem à presidência da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Jacareí, os candidatos se propõem: 'manter unida' a classe advocatícia, defender suas prerrogativas profissionais, facilitar o exercício da profissão com escritórios montados aos que não possuem ainda o próprio, dentre outras. Igualmente, prometem cursos gratuitos que melhorem a habilitação dos recém formados, inclusão dos profissionais menos habilitados e uso igualitário por toda classe da tecnologia disponível. É o mais estendendo a mão ao menos favorecido.

Assim, o novo normal impõe-se gradativa, porém firmemente, e 'empurra' a população como um todo a tornar-se cada vez mais solidária em qualquer ramo de atuação. Com isto, de lambujem, as pessoas interagem mais e ficam mais espertas quanto a golpes, informações controversas e prática distorcidas.

Vemos líderes dos poderes da nação surpreender-nos com ações inéditas, muitas vezes avançando em terrenos que não lhes dizem respeito; um 'novo normal do poder'? Nem tanto. Tais práticas são antigas; a novidade está em cada vez mais pessoas perceberem que elas existem. Agora é pôr as coisas nos eixos.

O prefeito de Jacareí, Izaias Santana (PSDB), atendeu a munícipes e pegou pesado contra barulhos de motos e de frequentadores das 112 adegas da cidade. Enviou à Câmara projeto com multa alta a motoqueiros que produzem barulho muito acima do normal, e a quem eventualmente os contrata (no caso de entregadores). A matéria nem foi votada pelo Legislativo e o barulho nefasto já diminuiu.

Outro projeto propõe normas às adegas, todas sem regulamentação específica. Aprovadas as normas, tais estabelecimentos não poderão permitir consumo de bebidas no local como acontece atualmente, reduzindo aglomerações e barulhos. Quando se trata de proteger a maioria, cabe à autoridade agir com firmeza.

É a nossa opinião. 

 

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