A derrota do Brasil: frustração e entrevistas que renderam cliques
Logo depois do jogo, encontrei diversos profissionais ainda atordoados com o que acabavam de presenciar.
FRUSTRAÇÃO
A derrota diante da Noruega por 2x0, no último domingo (5), que tirou o Brasil da Copa nos Estados Unidos, deixou a todos que estavam nessa cobertura muito entristecidos. Logo depois do jogo, quando me dirigia para o Centro de Mídia que fica dentro do complexo do Estádio de Nova Iorque/Nova Jersey, encontrei diversos profissionais ainda atordoados com o que acabavam de presenciar.
ELIA JÚNIOR
Numa das entrevistas que fiz durante esse trajeto, chamou a atenção o depoimento do companheiro Elia Júnior, da Rede Bandeirantes. Profissional experiente, com 10 mundiais no currículo, não poupou críticas à CBF pela condução dos trabalhos, desde o início do ciclo de preparação que passou por dois renomados treinadores brasileiros (Fernando Diniz e Dorival Júnior), até a escolha do italiano Carlo Ancelotti.
HORA DE ESQUECER
Com o fim do Mundial para a Seleção, não restou outra alternativa senão focar o trabalho de acompanhamento das demais seleções pela TV, especialmente França e Argentina tidas até então como favoritas para a conquista do título. Na quinta-feira (9), a França, a minha favorita - desde antes da queda do Brasil -, passou por Marrocos e foi a primeira a avançar às semifinais.
MICHAEL JACKSON
Desde a eliminação do Brasil, permaneci na região do Nova Iorque/Nova Jersey por cinco dias. A reserva de hospedagem foi feita projetando uma possível volta a Miami para este sábado (11), no lugar da Noruega. O jeito foi passear. Em um teatro na Broadway, o colega jornalista Márcio Bernardes e eu nos organizamos para um musical que relembra a carreira do famoso artista. Duas horas e meia de pura adrenalina!
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