Serviço garante acolhimento e inclusão para pessoas com deficiência em Jacareí
Parceria com a JAM oferece moradia assistida e atendimento especializado a jovens e adultos em situação de vulnerabilidade.
A Prefeitura de Jacareí, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social, em parceria com a Organização da Sociedade Civil Jacareí Ampara Menores (JAM), inaugurou nesta segunda-feira (2), na região central, a Residência Inclusiva, serviço de acolhimento para pessoas com deficiência de 18 a 59 anos em situação de vulnerabilidade social, sem condições de autossustento e sem suporte familiar adequado.
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O prefeito Celso Florêncio destacou a importância do trabalho em conjunto para fortalecer as políticas públicas no município. "Valorizo o trabalho das OSCs na inclusão social, no cuidado com idosos e no apoio às pessoas com deficiência. Agradeço a todos os envolvidos e reafirmo o compromisso da nossa gestão em fortalecer as iniciativas sociais no município", afirmou.
O deputado federal Márcio Alvino (PL), que viabilizou recursos da ordem de R$ 2 milhões para o custeio do espaço e para os trabalhos das Organizações da Sociedade Civil de Jacareí, esteve presente ao evento, acompanhado de sua mãe e ex-prefeita de Guararema, Conceição Alvino.
"Faço questão de elogiar os projetos sociais e as iniciativas do município no apoio às pessoas com deficiência, que fazem a diferença na vida de tantas famílias. Reafirmo o compromisso com novos investimentos para Jacareí e expresso meu otimismo com o futuro do município", afirmou.
Para a secretária municipal de Desenvolvimento Social, Juliana Dualibi, o serviço representa um avanço na política pública de assistência social. "É uma estratégia fundamental para garantir proteção, dignidade e oportunidades de desenvolvimento às pessoas com deficiência que não contam com suporte familiar", destacou.
ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO
A unidade oferece moradia digna, acompanhamento 24 horas e atendimento individualizado, com foco na autonomia e na inclusão social dos acolhidos. O público prioritário é composto por pessoas de baixa renda, especialmente beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e participantes de programas de transferência de renda.
Com capacidade para até dez moradores — atualmente com todas as vagas preenchidas —, a Residência Inclusiva integra a Proteção Social Especial de Alta Complexidade do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e segue as diretrizes da Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais.
Além dos cuidados diários, os moradores participam de atividades socioeducativas, como dança e capoeira, que estimulam a convivência comunitária e o desenvolvimento pessoal.
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