Quando a dor deixa de ser destino e se transforma em recomeço
Autora transforma uma infância marcada por silêncios e feridas emocionais em uma narrativa autobiográfica.
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Ao revisitar o passado em 'O Amor Que a Dor Pariu', Fernanda Salerno expõe memórias marcadas por silêncios, ausências e sentimentos não acolhidos. O livro mostra que a busca incessante por aprovação, o hábito de se doar para merecer amor e o perfeccionismo como defesa contra a rejeição não são apenas traços de personalidade. Eles são ecos de feridas antigas que, quando compreendidas, podem se transformar em aprendizado e liberdade.