Domingo, 17 Outubro 2021

Bola Cheia e Bola Murcha

Bola Cheia e Bola Murcha

Tanto na Taça Libertadores, quanto na Copa Sul Americana, as finais serão exclusivamente disputadas entre times brasileiros 

Só não vê quem não quer: o futebol brasileiro está em alta. A Seleção lidera as eliminatórias da Copa do Mundo exclusivamente com vitórias e os times brasileiros nadam de braçada na América do Sul.

Tanto na Taça Libertadores, quanto na Copa Sul Americana, as finais serão exclusivamente disputadas entre times brasileiros. Mengão Malvadão, Verdão, Furação e Linguiça Atômica são os autores da proeza.

No Rubro-negro, o destaque é para o artilheiro Bruno Henrique e o garçom Everton Ribeiro (que vez em quando também deixa o seu). Mas é preciso ser justo, a escalação inteira é de dar gosto.

O técnico luso tenta tirar leite de pedra no Palmeiras, invocando espírito de equipe para ver se o elenco iguala na raça a categoria dos cariocas. Seu ataque não dá show, mas é bastante agudo.

O Athlético, a partir do novo século, despolarizou do eixo RJ-SP o favoritismo no futebol e colocou o Estado do Paraná no mapa da excelência nos gramados, graças a gestores responsáveis.

Já o sucesso dos rapazes de Bragança é fruto do apoio financeiro sólido de seu patrocinador, que energizou o clube para mostra que o sonho de ganhar asas não é mera publicidade enganosa.

Se tivesse de apostar, apontaria como favoritos Flamengo e Red Bull. No primeiro, a bola sai redonda desde os pés de Rodrigo Caio e o samba não desafina dali em diante. No outro, investimento traz naturalmente resultado.

Embora pessimismo e rabugice sejam marca registrada entre os comentaristas esportivos dos grandes canais (mais preocupados em criticar a cartolagem), a Seleção de Tite tem um futuro promissor no Catar.

O Brasil tem mais de 250 milhões de técnicos, a cada quadriênio que eletriza a torcida. O comandante terá sucesso se investir no conjunto flamenguista, injetando adulto Ney no ataque.

Mas nem tudo é bola cheia esta semana: o destaque negativo vai para a aprovação afonsina de mais uma repartição pública evitável. Da jornada infeliz, só se salvou a lucidez de três legisladores da cidade: por ordem alfabética, Barreto, Rodrigo e Rogério.

Consolemo-nos: os joseenses também pisaram na bola (IPTU). 

 

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