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Publicado em 11/07/2019 às 15h36
Projeto beneficiado pela LIC resgata a história do acordeonista Zé Cupido
A Redação / Assessoria de Imprensa
Divulgação
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O compositor e acordeonista Zé Cupido morreu aos 81 anos, em 2013, em Jacareí

A história de Zé Cupido, famoso compositor e acordeonista nascido em Quiririm (Taubaté), e que morou por muitos anos em Jacareí, está sendo resgatada no projeto ‘Um Olhar Sobre Zé Cupido’. O projeto é beneficiado pela Lei de Incentivo à Cultura (LIC), da Fundação Cultural de Jacarehy, e estreia oficialmente neste sábado (13), às 10h, no Pátio dos Trilhos, região central. O show é gratuito e aberto ao público.

As principais canções e ‘causos’ de Zé Cupido serão relembradas pelos músicos Moringa D'Xoroque (percussionista), Demétrio Mussi (violão) e Mateus Guimarães (sanfona), que se dedicaram a um intenso trabalho de pesquisa sobre o artista. 

Além de uma agenda de shows gratuitos por Jacareí, o trabalho vai contar com um site com crônicas, cronologia e depoimentos em vídeo de quem dividiu cenas da vida com o acordeonista.

AGENDA
Antes do show no Pátio dos Trilhos, foi realizado um ‘pré-lançamento’ no Asilo Amor e Caridade, na quarta-feira (10). Também estão confirmadas apresentações em Jacareí na Casa da Alegria, dia 15, às 19h; no Cantinho da Viola, dia 27, às 22 horas; e no Viveiro Municipal, dia 3 de agosto, às 15h.

Deficiente visual, Zé Cupido levou à
música uma genialidade de poucos

José Idelmiro Cupido, o Zé Cupido, foi um músico excepcional, nascido em Quiririm (Taubaté- SP). Deficiente visual desde os sete dias de vida, encontrou na música uma maneira primorosa de manifestar sua genialidade. Apesar da desenvoltura em vários instrumentos, sua maior atuação foi como acordeonista, especialmente depois que começou a se destacar em programas de rádio, a partir de 1952.

Além de ter composições e alguns LPs próprios, teve muito destaque nas gravações de trabalhos de grandes nomes da música sertaneja, como Cascatinha e Inhana, Teixeirinha, Tonico e Tinoco, e até Chitãozinho e Xororó.

Também fez parceria com a icônica Inezita Barroso em gravações de canções como ‘Negrinho do Pastoreio’, e diversas participações no programa ‘Viola Minha Viola’, de 1994 a 2012.

Porém, a execução perfeita de todos os ritmos sempre foi uma tônica em seu trabalho, gravou LPs de forró, canções portuguesas e participou de grupos de vários estilos na sua volta ao Vale do Paraíba.

Morreu em 2013, aos 81 anos, em Jacareí, onde voltou a morar desde o fim dos anos 1990, desde a sua bem-sucedida temporada em São Paulo. 

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