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Publicado em 26/03/2019 às 17h17
Izaias participa de reunião da Frente de Prefeitos com ministro da Economia
A Redação / Diário de Jacareí/Agência Brasil
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Guedes fala sobre a Reforma da Previdência em encontro com prefeitos. No detalhe, o prefeito de Jacareí, Izaias Santana

O prefeito de Jacareí, Izaias Santana (PSDB), participou da 75ª Reunião Geral da Frente Nacional de Prefeitos, em Brasília-DF. Um encontro com o ministro da Economia, Paulo Guedes, cujo tema central foi a reforma da Previdência, na segunda-feira (25), reuniu chefes de executivos de municípios de médio e grande porte. 

Ao Diário de Jacareí, Izaias comentou que ainda há uma dependência muito grande dos municípios do que acontece na capital do país, por conta de diretrizes do novo governo e projetos que estão sendo elaborados pelos ministérios. 

“É dever dos prefeitos se posicionar. Fizemos apontamentos de assuntos relevantes, entre eles a reforma da Previdência e o resultado de um trabalho que a Frente produziu nos últimos dois anos sobre Mobilidade Urbana. Esse trabalho inclui financiamento de projetos de infraestrutura, tributos que incidem sobre os preços dos combustíveis e uma alternativa apoiada pelo governo federal para subsidiar o transporte coletivo nos municípios”, destacou.

ECONOMIA
A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) estima que a aprovação da reforma da Previdência pode resultar em uma economia de quase R$ 300 bilhões ao longo de 20 anos para os municípios que têm regime próprio de Previdência. A estimativa é do presidente da entidade e prefeito de Campinas, Jonas Donizette.  

“Se for aprovada reforma, em quatro anos ela gerará economia de R$ 32 bilhões para os 35 maiores municípios e de R$ 156 bilhões em dez anos, de R$ 297 bilhões em 20 anos”, previu o presidente da FNP, referindo-se aos municípios que já têm regime próprio de Previdência, como é o caso de Jacareí.

Esse resultado positivo, no entanto, depende, em parte, do atendimento de cinco demandas feitas pela entidade. Entre elas está a de que se faça uma cobrança efetiva daqueles que devem à Previdência. “Em primeiro lugar, é necessário que a reforma previdenciária tenha, de imediato, vigência para municípios. É preciso, também, que tenhamos um regime próprio para empréstimos consignados; e que o regime próprio de Previdência não pague Pasep [Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público]”, disse Donizette.

“Em quarto lugar, precisamos de mais velocidade para as compensações provenientes do governo federal para municípios. Por fim, que sejam feitas compensações ao INSS, por meio da cobrança de quem deve à Previdência”, completou.

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