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Publicado em 06/12/2019 às 16h33
Greve na Ambiental, encerrada nesta sexta-feira (6), foi a sétima de 2019
A Redação / Diário de Jacareí
Divulgação/Sindicato dos Condutores
Divulgação/Sindicato dos Condutores
Durante assembleia, trabalhadores da Ambiental decidiram pelo fim da greve

Os trabalhadores da empresa Ambiental, concessionária dos serviços de limpeza pública em Jacareí, decidiram retomar suas atividades. Foram dois dias de paralisação: de quarta (4) até esta sexta-feira (6), quando a greve terminou após assembleia realizada pela manhã. 

De acordo com o Sindicato dos Condutores do Vale do Paraíba, é a sétima greve da categoria somente este ano. Empresa e a entidade se reuniram no dia anterior para colocar fim à paralisação. 

O motivo desta nova paralisação foi o não pagamento da primeira parcela do 13º salário (30 de novembro), da PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e do ticket alimentação. A promessa da empresa era de que essas pendências estariam resolvidas na sexta-feira (6). 

Para o sindicato da categoria, a empresa alegou que o não pagamento dos benefícios se deve ao fato de a Prefeitura Municipal não ter depositado o dinheiro referente à fatura vencida em 25 de novembro, no valor aproximado de R$ 4,8 milhões. De acordo com a Prefeitura, parte dessa fatura, cerca de R$ 2 milhões, será paga na terça-feira (10).

A secretária de Meio Ambiente, Rossana Vasques, admitiu o atraso, mas disse considerar um ‘exagero’ que uma empresa do porte da Ambiental não tenha caixa para suportar o que chamou de ‘pequeno atraso’ de 10 dias no pagamento pelos serviços. “No mês de dezembro é natural que os municípios tenham dificuldades para efetuar o pagamento de alguns fornecedores”, reforçou. 

A concessionária recebe cerca de R$ 4,8 milhões por mês para realizar os serviços de coleta de lixo, varrição e capina e roçada em Jacareí.

INVESTIGAÇÃO
Em setembro deste ano, após dois dias de greve dos trabalhadores da Ambiental, a Câmara Municipal decidiu por unanimidade instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar as irregularidades expostas pelos coletores. Segundo eles, são frequentes atraso de salários, falta de direitos como pagamento do FGTS, INSS, férias, banheiro químico, farmácia, alimentação e péssimas condições dos caminhões, além de carros com mais de uma década sem pagamento do Licenciamento Veicular.

A CPI é composta pelo vereador Luís Flávio Dias, do PT (presidente), Aderbal Sodré (relator/PSDB) e Juarez Araújo (membro/PSD). 

A reportagem não conseguiu contato com representantes da Ambiental para comentar a paralisação.

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