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Publicado em 10/11/2020 às 08h04
Eleitor não pode ser preso de hoje (10) até a próxima 2ª-feira, mas há exceções
Milena Abreu / Agência Rádio2
Leonardo Sá/Agência Senado
Leonardo Sá/Agência Senado
Este ano, 147 milhões e 900 mil eleitores estão aptos a participar das escolhas de prefeitos e vereadores em seus municípios

A partir desta terça-feira, dia 10 de novembro, e até às 5 da tarde do dia 17, terça-feira, dois dias após o primeiro turno das eleições municipais, nenhum eleitor pode ser preso. A restrição está no Código Eleitoral. 

No entanto, há exceções, e as prisões podem, sim, ocorrer em 3 situações. A primeira é o flagrante, que é a detenção que acontece no momento de um crime. 

O eleitor também pode ser preso se receber, nesse período, uma sentença que o condene por um crime inafiançável, como racismo e tráfico de drogas, por exemplo. 

E a terceira situação que leva o eleitor para a cadeia mesmo enquanto vigora a restrição eleitoral é o desrespeito a salvo-conduto. 

O salvo-conduto eleitoral é uma garantia dada para o eleitor que o impede de sofrer qualquer tipo de coação antes ou depois de votar. 

Desrespeitar o salvo-conduto é impedir ou atrapalhar o exercício do direito ao voto. 

Lembrando que, este ano, 147 milhões e 900 mil eleitores estão aptos a participar das escolhas de prefeitos e vereadores em seus municípios.  

O pleito será realizado das 7 da manhã às 5 da tarde, sempre no horário local. 

Devido à pandemia de Covid-19, será obrigatório o uso de máscara para que o eleitor possa entrar e permanecer na seção eleitoral.

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