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Publicado em 29/01/2021 às 14h35
A Origem


JOSÉ LUIZ BEDNARSKI

Seja em Jacareí ou na vizinha São José dos Campos, a queixa mais frequente de pais de alunos reside na obediência cega dos adolescentes à escravidão mental marxista, trazida da escola.

O choque de gerações existe desde os primórdios, assim como as responsabilidades da vida adulta trazem o amadurecimento útil à tardia concórdia entre anciãos e descendentes do clã.

A suspensão das atividades escolares presenciais e o aprimoramento das ferramentas de ensino à distância permitiram que alguns desses pais acompanhassem mais de perto a dinâmica pedagógica.

Assim, foi possível identificar a raiz da inoculação sorrateira do vírus marxista, que se inicia logo nos primeiros passos escolares, mais precisamente no ensino infantil, pela figura do índio.

O silvícola tem todos os predicados para figurar como protagonista desse descortinar de vitimização e exploração impostas pela famigerada luta de classes. Afinal, pouca gente conhece de perto a realidade do índio.

Sua silhueta é moldada de acordo com o mito rousseauniano do bom selvagem. É considerado o ser humano em seu estágio mais puro, que tem sua inocência ecológica devastada pela ganância do empresariado.

No cavalo de Tróia da trama indígena, desembarcam os principais valores marxistas: psicose ambientalista, cotas a minorias, protecionismo estatal, rancor terceiro-mundista ao desenvolvimento das nações.

O modelo de ingerência estatal na vida das pessoas é justificado com naturalidade impressionante: a vida, a cultura e morada indígenas devem ser protegidas, acima de tudo.

Nem que para isso ele seja impedido de ser dono de suas próprias aspirações, enjaulado na cela verde do zoológico humano que os dirigentes estatais perpetuamente destinaram a si e aos seus descendentes.

No Brasil, índio de verdade é confinado e nem sequer tem direito a receber visitas. Qualquer contato com outros seres da mesma espécie só ocorre se autorizado pela repartição pública responsável.

Enquanto isso, cogitar a volta às aulas é considerado pelo professorado militante um verdadeiro risco de genocídio. Mas ir à praia não tem problema algum. Afinal, ninguém é de ferro.

Dez anos atrás, o visionário Burro deu a letra. Cravaram-lhe críticas. Hoje, o episódio caiu na amnésia coletiva. Mas ele tinha razão.

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O Quinto Poder

Coluna assinada pelo Promotor de Justiça da Cidadania, José Luiz Bednarski. Uma abordagem apartidária, com discussão aberta dos assuntos de interesse geral; o amadurecimento paulatino da cidadania, a força da população em diálogo com órgãos independentes representativos, como MP, Defensoria Pública e outras instituições criadas ou fortalecidas a partir daConstituição de 1988.


E-mail do autor: joseluizbednarski@gmail.com
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